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The Martini Diaries

Terça-feira, Agosto 20, 2002


Café.

Outra tara minha. Adoro e não vivo sem. Tomo em torno de uns 10 copos de café por dia. Quando estou nervoso, mais.

Black Russian:

- 1 dose de Tia Maria (licor de café)
- 3 doses de vodca boa.

Sirva num copo com gelo em cubos.

NOTA 1: não consertei o trequinho dos comentários; e acho que nem vou.
NOTA 2: você sabe que acabou quando em vez do tradicional "beijo" vem um "abraço" no final do e-mail.
NOTA 3: por que o Word acha que sabe melhor do que eu quais palavras eu pretendo iluminar com o mouse? Onde foi parar o livre arbítrio?!

Tchau.


Faça aqui seu brinde.


Segunda-feira, Agosto 19, 2002


O universo conspira.

Genial! Parece o título de um seriado dos Superamigos; aparece a Sala da Justiça e a voz em off diz: "Episódio de hoje: o universo conspira."

Pirações à parte, por favor.

Fui num barzito sábado a tarde. Mercearia São Pedro, na Vila Madalena. E lá estava o raio do moleque que vende a marionete de pica-pau (ou pato, sei lá)! Esse moleque me persegue. Toda vez que eu vou almoçar no Filial, lá está ele, bicando a comida dos outros com a marionete. Sábado, eu mudei de bar e ele estava lá, bicando o provolone à milanesa. Foi então que soltei o já clássico: "Moleque, quando você está comendo, por acaso, eu vou meter o bico no seu prato? Então, xispa!" Ele não entendeu muito, mas foi embora assim mesmo.

Faz muito tempo que não tomo um bom martini. Fui num outro bar, um estilo australiano que eu não lembro o nome (memória seletiva), pedi um Dry Martini e o cara me trouxe num copo de Margarita. Porra, custa comprar os copos certos? Não acredito que o lucro de um estabelecimento caia tanto com uns copos a mais. Enfim, não volto mais. Eu exigo duas coisas de um bar: serviço decente e copos corretos. Ah, fora que o copo de chopp era de plástico. Boa imitação, mas plástico ainda assim. Argh.

Pinga: tomei uma tal de Tabaroa numa degustação de cachaça. Excelente. Melhor pinga que já tomei. Não é tão fácil de achar por aí. Só encontrei na Cachaçaria Água-Doce, em Santo André. Tomei 5 doses. No filial, continuo com a Germana e por vezes a Paladar. Boazinha, agora, só em casa.

Cerveja: tomei a Bavaria preta. Boa. Eu ia dizer "excelente", mas não sei o quanto fui influenciado pela estratégia de marketing, então: boa.

Vinho: Cavas de Weinert 1997. Produzido por um gaúcho sonegador na Argentina (veja bem, ele sonegou aqui e depois mudou para lá, onde produz o vinho). Muito bom. 95 pontos na Wine Spectator e custa 30 paus.

Chega. Estou deprimido. Tomei um pé ontem.


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Segunda-feira, Maio 20, 2002


Back...with a vengeance!

Estou cada vez pior nesse negócio de blog. Meu último post foi há um mês e meio. Bom, descobri que o sistema de comentários voltou a aceitar novos usuários. Amanhã eu reimplanto o treco (hoje já atingiu o limite máximo de 100 novos usuários, blá-blá-blá).

Estou absolutamente sem inspiração, a ponto de começar dois parágrafos seguidos com a mesma palavras. Dada a desculpa, e seguindo a ever-growing tendência de listas, mando ver a minha, absolutamente etílica, comme d'habitude.

chopp do Léo;
Dry Martini do Spot;
clericot do Bar des Arts;
vinho nacional: Don Laurindo Tannat 1999, de Bento Gonçalves, RS;
vinho estrangeiro: desencana. Assumo, aqui, a falta de grana; mas, se sair a megasena: Château Petrus 1989;
whisky na casa do Luís;
pinga Boazinha no Filial;
shot de tequila na Boogie;
Irish Coffee do Gardênia;
cognac Courvoisier XO (que o Felipe trouxe da França) aqui em casa, na varanda, com um Cohiba (que o Leandro trouxe de Cuba) p'ra acompanhar;
cerveja Serra Malte;
Caracú com dois ovos na padaria Marpão, atrás do cursinho.

Cansei. Se aumentar muito a lista, banaliza.

É isso, pessoas. Aquele abraço.


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Segunda-feira, Abril 08, 2002


Oops.

Fui informado hoje, num botequo/padaria de esquina, que o sistema de comentários que eu adotei para o meu site não funciona já há algum tempo. Fui recomendado um outro sistema e, qual não a minha surpresa, quando descobri que o dito cujo estava closed off for new users. Bom, não sei quando me animarei para procurar ainda outro sistema de comentários. Até então, este site terá caráter meramente informativo.

Charutos, café, cognac e boa noite.


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Terça-feira, Abril 02, 2002


All apologies.

Notei que mesmo sem escrever nada o número de hits na página continua crescendo. Devem ser os mesmos de sempre, mas mesmo assim, sinto-me em dívida com algo novo para lerem.

- Será que Barbosa vem do italiano Barba Rossa?

- Será mera coincidência que um dos coquetéis mais conhecidos no Brasil chame-se Rabo de Galo (cock tail)?

- A rua José Caballero, em Santo André, tem alguma coisa a ver com o cantor?

- Bizarramente existe uma rua na Vila Madalena chamada João Miguel Jarra (Jean-Michel Jarre, o mago dos teclados?).

- O radical piri, em Tupi, quer dizer fogo. Em grego, pirós. Caramuru jogava bola com Zeus?

- Por hoje é só, velhinho.


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Quarta-feira, Março 20, 2002


Ao final de um longo inverno...

- Vegetarianos são as pessoas mais cruéis do universo. Enquanto que nós (os carnívoros assumidos) tiramos vidas para nos alimentar, os vegetarianos, simplesmente não permitem que os boizinhos sequer nasçam! Não se esqueçam que gado de corte só nasce para ser consumido; portanto, ao negar a carne como alimento, o boi nem nasce. Além disso, só porque boi grita? E se alface chorasse e esperneasse antes de ser arrancada pela raiz (ouch! muito mais radical - literalmente - do que uma marretada no coco)?
Meu cacto diz que concorda.

- Qual o sentido da preservação da saúde às custas do divertimento? Exemplo: não beber ou fumar poque faz mal à saúde. Genial! Vou manter meu corpo e mente intactos, em estado perfeito, até os 85 ~ 90 anos quando provavelmente morrerei com tudo em cima! Prefiro ir gastando aos poucos e morrer aos mesmos 85 ~ 90 anos, porém de tanque vazio e com MUITA história para contar.

- Vou almoçar.




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Domingo, Fevereiro 24, 2002


Pensamentos esparsos de um fim-de-semana a 40 graus...Gay-Lussac

Bom, o que sobrou dos meus já rarefeitos neurônios depois do encharcamento do fim-de-semana produziu umas idéiazinhas:

- O Universo está em constante equilíbrio. Se você está se dando muito mal, certamente alguém está se dando muito bem. Corolário: (irgh! parece livro de cálculo!) para você eventualmente se dar muito bem, alguém vai ter de se f*der que nem gente grande.

- Sempre que vou ao médico e ele pergunta "Tudo bem?", tenho vontade de atear fogo no consultório em sinal de protesto. Ora, se estivesse bem não estaria lá! Eventualmente eu faço uma piadinha, mas na maioria das vezes respondo "Tudo, e o senhor?" e a vida continua.

- Idem para oficinas mecânicas, funerárias e delegacias.

Mais uma receitinha, Negroni

Ao contrário do que se vê nos bares de São Paulo, o Negroni vai assim:

- 4 partes de gim
- 2 partes de Campari (só ele é assim)
- 1 parte de vermute tinto doce

Misture os ingredientes com gelo picado numa coqueteleira e agite bem. Verta a mistura num copo de coquetel previamente gelado. Orne com uma casquinha de laranja em espiral na beira do copo.

Bom, deixo-vos com mais uma segunda-feira.


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Domingo, Fevereiro 17, 2002


Os insumos básicos

São três os insumos básicos para a sobrevivência humana:

- Café
- Álcool
- Azeite

Não necessariamente nessa ordem.


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Quarta-feira, Fevereiro 13, 2002


Beija, beija. Tá calor, tá calor!

Pois é, a volta do Carnaval. Para momentos tristes como esse, só um conjunto tão belo como este:


Admito, porém, que pequei no vermute. Mas pecado por pecado, como ouvi tantas vezes nos últimos quatro dias: "É Carnaval; ningúem é de ninguém." Não vai ser um vermutezinho que vai estragar meu Carnaval, ou meu Dry Martini, for that matter.



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Quinta-feira, Fevereiro 07, 2002


Honesto

Adoro essa expressão: honesto. Ontem tomei um Dry Martini honesto, no Trakytana, um bar numa travessa da Tabapuã, na frente do Porto Luna. A bebida estava boa, mas o difícil foi fazer o garçon enteder o que eu queria. E aí vai o meu protesto:

Um bar ou restaurante deve sempre adequar sua equipe de atendimento ao seu cardápio. Colocar um cara que mal fala português para tirar pedido num restaurante francês é uma sacanagem dupla: com o freguês e consigo mesmo. Ou então fui num banco noutro dia e a gerente simplesmente não sabia as vantagens e desvantagens dos vários tipos de conta, tampouco as tarifas aplicadas. É como chegar na casa de alguém e o anfitrião não saber indicar o lavabo ou a sala de estar.
O lugar é bonitinho e a bebida vale quand même.


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Volta...